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Obesidade Infanto-Juvenil: Conheça Causas, Consequências e Tratamentos

Caracterizada pelo excesso de gordura corporal, a obesidade infanto-juvenil atinge mais de 120 milhões de pacientes com faixas etárias entre 0 e 16 anos em todo o mundo. Entre estes, estima-se que 70% preservarão esta condição ao longo da vida adulta.

        No Brasil, os índices de sobrepeso e obesidade acompanham o restante do mundo, abrangendo uma entre três crianças. Diretamente associado à má alimentação, o excesso de peso engloba as seguintes causas: 

  • Consumo excessivo de açúcar, gorduras saturadas, processados e ultraprocessados;
  • Incentivo midiático (propagandas voltadas ao público infanto-juvenil);
  • Sedentarismo e inatividade física;
  • Falta de sono;
  • Depressão e ansiedade;
  • Fatores genéticos e hormonais.

         Além disso, as consequências da obesidade infanto-juvenil abalam o bem-estar físico e emocional de pacientes com faixas etárias variadas. Conheça alguns dos riscos: 

  • Doenças respiratórias;
  • Complicações ortopédicas;
  • Disfunções do fígado;
  • Hipertensão;
  • Complicações metabólicas;
  • Depressão;
  • Isolamento social;
  • Transtornos alimentares.

         Comumente diagnosticado com o auxílio do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), o sobrepeso infanto-juvenil pode ser tratado e prevenido com o auxílio de acompanhamento médico, nutricional e terapêutico adequados. Conheça algumas dicas.

  • Controle o consumo de açúcares e alimentos processados e ultraprocessados;
  • Controle o consumo de sucos e refrigerantes industrializados;
  • Incentive a prática diária de atividades físicas;
  • Controle as horas em frente às telas (televisores, computadores, smartphones, etc.);
  • Invista em alimentos e bebidas naturais e minimamente processados;
  • Mantenha-se atento a transtornos psicológicos como a depressão e a ansiedade.

         Quanto mais cedo forem implantados, mais efetivos serão os estímulos a hábitos saudáveis, que devem estar diretamente interligados à rotina da criança. Lembre-se de que investir na prevenção é apostar no futuro!

Fontes
NCD Risk Factor Collaboration (The Lancet)
Ministério da Saúde (SISVAN – Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional)
FIOCruz (Fundação Oswaldo Cruz)

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